Música Vitaminas

Bem humorado Trecho da Paródia Vitamina (mule rendeira)

Olê mulher rendeira

Olê mulher rendá

Todas as VITAMINAS Fernandinho vai te ensinar

 

Quem tem cegueira noturna e a pele a descamar

também xeroftalmina falta vitamina A ...

 
 

Trabalho Paradidático

O trabalho com paradidático poderá ser pesquisado em outros livros de Biologia e não mais apenas a revista: A Origem da Vida

 
 

Método Científico

 
 

Origem da Vida

 
 

Reflexão Música ÍNDIOS

LEGIÃO URBANA(Dois_1986)

Índios (Renato Russo)

 

Quem me dera, ao menos uma vez,

Ter de volta todo o ouro que entreguei

A quem conseguiu me convencer

Que era prova de amizade

Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Esquecer que acreditei que era por brincadeira

Que se cortava sempre um pano-de-chão

De linho nobre e pura seda.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Explicar o que ninguém consegue entender:

Que o que aconteceu ainda está por vir

E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Provar que quem tem mais do que precisa ter

Quase sempre se convence que não tem o bastante

E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez,

Que o mais simples fosse visto como o mais importante

Mas nos deram espelhos

E vimos um mundo doente.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três

E esse mesmo Deus foi morto por vocês -

É só maldade então, deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.

Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,

Quando descobri que é sempre só você

Que me entende do inicio ao fim

E é só você que tem a cura pro meu vício

De insistir nessa saudade que eu sinto

De tudo que eu ainda não vi.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Acreditar por um instante em tudo que existe

E acreditar que o mundo é perfeito

E que todas as pessoas são felizes.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Fazer com que o mundo saiba que seu nome

Está em tudo e mesmo assim

Ninguém lhe diz ao menos obrigado.

Quem me dera, ao menos uma vez,

Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,

Não ser atacado por ser inocente.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.

Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,

Quando descobri que é sempre só você

Que me entende do início ao fim

E é só você que tem a cura pro meu vício

De insistir nessa saudade que eu sinto

De tudo que eu ainda não vi.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente

Tentei chorar e não consegui.

 
 

Conferência de Estocolmo

 

Conferência de Estocolmo

Grande parte dos impactos ambientais são causados por um modelo de  desenvolvimento, tanto capitalista como socialista, que encarava a natureza e seus complexos e frágeis ecossistemas apenas como “inesgotáveis” fontes de energia e de matérias-primas e como receptáculo dos dejetos produzidos por suas cidades, indústrias e atividades agrícolas.

O preço dessa pretensão não tardou a ser cobrado: já nos séculos XVIII e XIX, os impactos ambientais provocados pela crescente industrialização eram muito grandes, mas ainda eram localizados e atingiam, basicamente, os pobres. Os ricos ainda se refugiavam das mazelas, no entanto, isso logo passou a ter consequências globais.  

O alerta foi dado no inicio da década de 70. Em 1972, foi realizada a Conferência das Nações Unidas sobre o Homem e o Meio Ambiente, em Estocolmo (Suécia). Foi um encontro de chefes de Estado para debater as questões sobre o meio ambiente e o desenvolvimento.

Nesse mesmo ano, uma entidade chamada Clube de Roma, encomendou ao Massachussetts Institute of Tecnology (MIT), dos Estados Unidos, um estudo que ficou conhecido como o Desenvolvimento Zero,  e propunha o congelamento do crescimento econômico como única solução para evitar que o aumento dos impactos ambientais levasse o mundo a uma tragédia ecológica. O que seria uma péssima solução para os países subdesenvolvidos.

A Conferência Estocolmo-72 foi marcada, então, pela polêmica entre os defensores do “desenvolvimento zero”, basicamente representantes dos países industrializados, e os defensores do “desenvolvimento a qualquer custo”, representantes dos países não industrializados.

A crise econômica mundial dos anos 70, detonada pelo choque do petróleo e que serviu para alertar o mundo para o fato de que  os recursos naturais são esgotáveis, colocou questões econômicas  mais urgentes para os governantes do mundo inteiro se preocuparem. E só no começo dos anos 80 a discussão desenvolvimento X meio ambiente voltou.

Em  1983, a Assembléia Geral da ONU indicou a  então primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, para presidir uma comissão encarregada de estudar esse tema. Em 1987, foi publicado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CMMAD) da ONU um estudo denominado Nosso futuro comum, mais conhecido como Relatório Brundtland, que defendia o crescimento para todos e buscava um equilíbrio entre as posições antagônicas surgidas na Estocolmo-72. Tentando conciliar o desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, surgiu pela primeira vez a concepção de desenvolvimento sustentável.  

 

Imagine
John Lennon

Imagine there's no heaven,

Imagine que não exista nenhum paraíso,
It's easy if you try,
É fácil se você tentar.
No hell below us,
Nenhum inferno abaixo de nós,
Above us only sky,
Sobre nós apenas o firmamento.
Imagine all the people
Imagine todas as pessoas
living for today...

Vivendo pelo hoje...

 

Imagine there's no countries,
Imagine que não exista nenhum país,


It isnt hard to do,
Não é difícil de fazer.
Nothing to kill or die for,
Nada porque matar ou porque morrer,

No religion too,
Nenhuma religião também.
Imagine all the people
Imagine todas as pessoas
living life in peace...

Vivendo a vida em paz...

Imagine no possessions,
Imagine nenhuma propriedade,
I wonder if you can,
Eu me pergunto se você consegue.
No need for greed or hunger,
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
A brotherhood of men,
Uma fraternidade de homens.
imagine all the people
Imagine todas as pessoas
Sharing all the world...

Compartilhando o mundo todo.

You may say I'm a dreamer,
Você talvez diga que sou um sonhador,
but Im not the only one,
Mas eu não o único.
I hope some day you'll join us,
Eu espero que algum dia você junte-se a nós,
And the world will live as one

E o mundo viverá como um único.

 
 

Introdução ao Estudo da METOLOGIA CIENTÍFICA III

3ª Parte

Aprendendo a relatar um experimento científico

 

 Objetivos
Aprender a realizar um experimento científico;
Aprender a elaborar um relatório de um experimento científico.
Ponto de partida
A partir de uma conversa com os alunos, selecionar um experimento bastante simples para servir como modelo para a elaboração de um relatório científico.
Estratégias

1) Em uma aula expositiva, debater a finalidade de um experimento científico, as normas a serem seguidas e a organização necessária para se chegar a uma conclusão;

2) Esquematizar na lousa as partes integrantes do relatório:

Introdução
Material e métodos
Resultados
Conclusão
Bibliografia

3) Dividir a classe em grupos de três ou quatro alunos para a criação de um relatório. Cada grupo pode redigir uma das partes do relatório e depois toda a classe pode dar acabamento a um documento único.

Sugestão
Pode ser fornecido aos alunos um roteiro para a criação do relatório, como o seguinte:
a) Local e data: necessidade de identificação do período e condições da localidade, pois podem interferir no experimento.
b) Nome dos integrantes do grupo: identificação do pesquisador para possíveis questionamentos.
c) Introdução: pequeno texto indicando quais estudos vêm sendo feitos e por que este experimento será realizado, o que se espera que ocorra e por que razões.
d) Material e métodos: descrição e montagem do experimento.
e) Resultados: registros das observações feitas durante o experimento. Deve-se registrar a situação inicial do experimento e todas as alterações que estão ocorrendo ao longo das observações, indicando sempre o momento da observação.
f) Conclusão: deve conter a explicação para o que foi observado, baseando-se nos dados obtidos através do experimento e em pesquisas bibliográficas.

Compreender as etapas do método científico.

Compreender as etapas do método científico.

Procedimentos

Leia o texto seguinte:

Francisco Redi (1621-1697), ao contrário do que se afirmava em sua época, não acreditava que as larvas de moscas surgiam da matéria em decomposição. Para demonstrar que as larvas de moscas vinham de ovos que outras moscas depositavam sobre a matéria em decomposição, Redi realizou o seguinte experimento: deixou ao ar livre dois frascos com carne, um descoberto e outro coberto com um tecido que impedia a entrada de moscas.Depois de duas semanas,observou os frascos e verificou que o frasco descoberto tinha a carne decomposta e com larvas de moscas, enquanto o frasco coberto não apresentava larvas.

 

1. Com base nas informações acima, substitua as letras da ficha pelas seguintes palavras que identificarão as etapas do experimento de Redi.

ü  Problema /Questão

ü  Hipótese

ü  Frasco experimental

ü  Frasco para controle

ü  Resultados

ü  Conclusão

ü  Teste da hipótese

ü Ficha 1

ü  •Frasco descoberto. (A)

ü  •Frasco coberto. (B)

ü  •Presença de larvas no frasco descoberto e ausência de larvas no frasco coberto. (C)

ü  •Como as larvas que surgem na carne em decomposição? (D)

ü  •As larvas não se originam da matéria em decomposição, mas se formam dos ovos das moscas. (E)

ü  •Se as larvas se formam dos ovos das moscas, então o frasco que não permite a entrada das moscas não terá larvas sobre a carne decomposta. (F)

ü  •Colocar dois frascos com carne: um descoberto e outro coberto.  Deixá-los no mesmo lugar durante duas semanas. (G)

 

2. Com base no exemplo citado da TV quebrada, crie, com um colega, outros exemplos de situações que podem ser testadas por meio de hipóteses.

a) Formulem o maior número possível de hipóteses.

b) Proponham formas de testar as hipóteses elaboradas pelo grupo.

c) Escrevam-nas em folha a parti e entregue ao professor na aula seguinte.

 
 

Introdução ao Estudo da METOLOGIA CIENTÍFICA

 

 

2ª Parte

Testando o método científico

O método que permite aos cientistas desenvolver seu trabalho é o método científico. É o procedimento empregado para solucionar um problema ou responder a uma questão. Não é uma "receita" para se fazer ciência, mas são etapas que levam a conclusões mais confiáveis. Os cientistas aprenderam essas etapas por meio da tentativa e do erro, ao longo de toda a história da ciência. Caracteriza-se por examinar o problema criticamente, estabelecer hipóteses e submeter essas hipóteses a testes. Posteriormente, com os resultados, determina-se qual das hipóteses pode ser aceita e confirmada. A partir da análise dos resultados, são obtidas conclusões e formuladas leis ou teorias. Muitas vezes, procuramos resolver problemas deforma parecida com a da pesquisa científica.

Suponha que você tente ligar a TV e perceba que ela não funciona. Isso é um fato, algo que pode ser observado. A partir desse fato, você pode formular várias hipóteses:

Hipótese 1- Alguma peça da TV pode estar com defeito.

Hipótese 2 - O fornecimento de energia elétrica pode estar com problemas.

Hipótese 3 - O controle remoto pode estar com a pilha esgotada.

O próximo passo do método científico é testar as suas hipóteses. Você verifica que outros aparelhos eletrônicos de sua casa estão funcionando. Não pode ser, portanto, falta de energia elétrica. A hipótese 2 está descartada.

A pilha do controle remoto da TV funciona em outro aparelho semelhante. A hipótese 3 está descartada. Resta, então, a hipótese 1. Se você levar a TV a uma assistência técnica e for comprovado que havia uma peça defeituosa, a hipótese 1 é válida. Esse é apenas um exemplo simples para ilustrar como se aplica o método científico. A maioria dos cientistas utiliza procedimentos cautelosos, submetendo suas hipóteses a diferentes testes.


 

 

 
 

Introdução ao Estudo da METOLOGIA CIENTÍFICA

1ª Parte

A Caixa de Pandora

Como será que pensam os cientistas?

 Objetivo trabalhar com os alunos o conceito de como ocorre o pensamento cientifico e de como seria o processo de elaboração de um modelo teórico, de criação de hipóteses para explicar um determinado fenômeno observado.  

Para realização desta atividade você vai precisar de alguns materiais:

1. Uma caixa. Pode ser de madeira, papelão ou algum outro recipiente no qual o interior não possa ser visualizado. O tamanho da caixa vai depender do tipo de material que você colocará lá dentro (veja mais adiante). A decoração da caixa fica ao seu critério. O ideal é que ela tenha um aspecto misterioso. Pintá-la de preto e decorá-la com algumas inscrições sem sentido é uma boa opção.

2. Material para dentro da caixa: pequenos objetos, os mais variados possíveis. Bolas de isopor, pedaços de madeira, pedaços de tecido, etc. O ideal é que os materiais escolhidos tenham algumas semelhanças e diferenças entre si. Exemplo: escolha bolas de isopor mesmo tamanho e pinte-as de cores diferentes. O mesmo pode ser feito com os pedaços de madeira. O uso de objetos do dia-a-dia também é uma opção interessante. Você pode usar chaves, prendedores de roupas, talheres, pequenas peças de roupa. Enfim, sinta-se livre para escolher o que colocar na caixa. De posse de uma caixa misteriosa e do seu conteúdo uma sugestão de atividade com os alunos é a seguinte:  

Convide os alunos a representarem o papel de um grupo de cientistas famosos que foram contratados por uma empresa petrolífera que, durante suas atividades exploratórias no fundo do mar, encontraram uma misteriosa caixa. O desafio para nosso grupo de cientistas é descobrir o que tem na caixa. O método empregado deverá ser a elaboração de um questionamento, a proposição de uma hipótese e o teste da mesma. Inicialmente apresente aos alunos a caixa e faça a seguinte pergunta: “O que tem nesta caixa?”. Nesta primeira etapa os alunos só poderão olhar a caixa de longe, sem tocá-la, e deverão elaborar uma explicação para a pergunta e como chegaram àquela conclusão. Este procedimento deverá ser repetido mais três vezes. Na segunda vez os alunos poderão sacudir a caixa. Na terceira poderão tocar nos objetos dentro da caixa sem olhá-los. Na última vez, eles poderão abrir e verificar o que tem dentro da caixa. Durante cada etapa registre as idéias dos alunos e verifique com eles de uma etapa para a outra se as hipóteses levantadas são condizentes com o que foi testado (ao sacudir a caixa e ao tocar os objetos sem olhá-los). Ao final da atividade convide os alunos a refletir sobre o processo. Apresente aos alunos os conceitos relacionados com o que foi trabalhado: o conceito de Ciência, o que é conhecimento científico e o que é uma hipótese.___________________________________________                                       Este roteiro é de autoria de Thiago Machado Mello de Sousa (thiagodemello@gmail.com - Universidade de Brasília), 2008.

Contrato Didático – BIOLOGIA

 

Como estudar Biologia?

 

H

oje, nós temos uma imensa variedade de espécies vivas em nosso planeta, mas há grandes semelhanças entre elas, sob vários aspectos.Todas elas utilizam matéria e energia do meio ambiente,para manter a sua estrutura e o seu funcionamento;eliminam o que é desnecessário,como substâncias tóxicas em excesso,para garantir o seu equilíbrio interno; reproduzem-se,favorecendo a continuidade da espécie. Ao longo do estudo da Biologia, é importante compreender como os seres vivos funcionam. Devemos sempre nos perguntar como cada ser vivo resolve seus problemas de sobrevivência e de reprodução. Não devemos saber apenas o nome de uma estrutura,mas também saber a relação entre sua função e a sobrevivência da espécie. Por isso, cada tipo de ser vivo está adequado ao ambiente em que vive. Isso surgiu de um longo processo de evolução, através do qual foram selecionadas as características que melhor ajudam o organismo a sobreviver e reproduzir. Como toda ciência, a Biologia se baseia no método científico... Por isso ao estudarmos, desenvolvemos um pensamento crítico, aprendemos a resolver problemas, a analisar e a julgar melhor as opiniões. Espera-se que VOCÊ, ao estudar BIOLOGIA, aprenda a amar e a respeitar cada vez mais a vida.

 

Como deve ser sua postura em sala de aula?

 

* Participe ativamente das aulas (de preferência, dê uma "olhadela" no material ou capítulo antes da aula). Procure acompanhar com atenção as explicações do professor e discuta com ele suas dúvidas. Faça comentários e questionamentos. Quanto mais interativa for à aula, mais agradável e proveitosa será para todos. Evite faltar às aulas! Uma aula bem aproveitada corresponde por 60 a 70% de seu aprendizado.

 

Tome notasa escrita é um poderoso instrumento para preservar o conhecimento. Anotar é uma técnica pessoal. É sua. É preciso compreender que anotações não são resumos, mas registros de dados essenciais.

 

* Marque presença nas aulas de atividades práticas de laboratório. Observe atentamente os seres vivos ou as estruturas em questão; anote tudo de relevante que observar.

 

* Evite conversas desnecessárias ou outras atitudes durante a aula

 

* Faça os exercícios que o professor passar. Eles ajudam identificar, compreender e relacionar os conceitos importantes de cada assunto. Além disso, os roteiros disciplinam seu estudo, evitando aquela "decoreba" de última hora, de pouco ou nenhum resultado positivo.

* Estar sempre com o seu material didático em sala de aula.

 

* Conservar livros e cadernos sempre limpos e organizados.

 

* Seja solidário ajudando colegas na realização de atividades.

 

* Participe de todas as atividades propostas pelo professor dentro e fora da sala de aula.

 

* Estude pensando, relacionando, comparando. Quanto mais você usar o raciocínio, mais fácil ficará a matéria e as boas notas virão tranqüilamente. Ao contrário do que muita gente diz, raciocinar não dói e cansa menos do que ficar puramente memorizando informações.

 

·         Procure os professores para esclarecer as dúvidas.

 

·         Leia jornais, revistas e use a internet em seus estudos. O hábito da leitura ajuda muito na compreensão dos fatos e na formulação de respostas claras (redação).

 

Como ler bem?

 

Ler um livro é estabelecer um diálogo animado pelo desejo de compreender. Qualquer leitor, portanto, tem como primeiro desafio o de estar pronto para ler: disposto a aprender e aproveitar a leitura.

 

Lembre-se sempre que um mínimo de disciplina é indispensável ao leitor que quer ou precisa aprender.

 

Ao encontrar expressões especializadas (e a Biologia tem dezenas delas!), procure conhecer e anotar seus significados. Assim, além de aumentar seu vocabulário, você conseguirá uma correta interpretação de sua leitura.

 

Não se preocupe apenas em decorar, aprenda. A tendência nas avaliações é a de privilegiar o raciocínio, sem cobrar unicamente a capacidade de memorização.

 

Tenha uma boa noite de sono antes da avaliação. Varar a madrugada antes do exame não vai tirar nenhum atraso nos estudos.

 

Na hora H...

 

Ao receber a avaliação, leia as questões com calma e atenção. Se deparar com alguma dificuldade, pule para outra que você pode responde. Assim, você recupera a tranqüilidade e aumenta a confiança para resolver o resto da avaliação.

 

E agora, ao trabalho!


 

 
 

"O erro de um médico pode custar uma vida, o erro de um engenheiro pode custar muitas vidas, mas o erro de um BIÓLOGO pode levar uma espécie a extinção"

Cada pessoa Nasce Com Um Único Potencial

O Potencial de Aprender

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BRASIL, Nordeste, BOM JARDIM, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Gastronomia
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